Análise prospectiva entre a terapia com medicação imunossupressiva e o microquimerismo alogênico após transplante de fígado
Após transplante de órgãos, células hematopoiéticas derivadas do doador podem ser detectadas no sangue periférico, sendo conhecido como microquimerismo. O objetivo deste estudo foi correlacionar prospectivamente à presença de microquimerismo alogênico, a ocorrencia de rejeição celular e o nível do i...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
2016
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9319 |
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| Summary: | Após transplante de órgãos, células hematopoiéticas derivadas do doador podem ser detectadas no sangue periférico, sendo conhecido como microquimerismo. O objetivo deste estudo foi correlacionar prospectivamente à presença de microquimerismo alogênico, a ocorrencia de rejeição celular e o nível do imunosupressor nos pacientes. O microquimerismo foi analisado em 47 pacientes com idade entre 15 e 65 anos, no 10º dia, 3 meses e 12 meses após o transplante de fígado, através do método molecular nested PCR/SSP, para detectar o gene do MHC-HLA-DR especificamente do doador. O microquimerismo foi demonstrado em 32 (68%) dos 47 pacientes; e destes, apenas 10 pacientes (31.2%) apresentaram rejeição. O microquimerismo precoce foi observado em 25 pacientes (78.12%) e o Microquimerismo tardio em 7 pacientes (21.8%). Entre os pacientes com microquimerismo, 14 utilizaram CyA e 18 utilizaram FK506. No grupo sem microquimerismo, 12 pacientes utilizaram CyA e 03 utilizaram FK506. Foi encontada uma associação entre a presença do microquimerismo e a ausência da rejeição (p=0.02) e também entre o microquimerismo e o tipo de imunossupressor usado. Nossos dados indicam que o microquimerismo e provavelmente os leucócitos derivados do doador, podem ter efeitos imunológicos relevantes na indução da tolerância. |
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| ISSN: | 2525-5398 |