Adivinhação e profecia na Grécia Antiga
Este artigo, depois de uma breve contextualização da Grécia como integrante do que Burkert (1975) chama de “continuum cultural da Mesopotâmia ao Mediterrâneo”, parte de algumas tentativas de definição da adivinhação, para depois se dedicar às práticas gregas antigas da leitura de sinais interpretáve...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2019
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/9835 |
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| Summary: | Este artigo, depois de uma breve contextualização da Grécia como integrante do que Burkert (1975) chama de “continuum cultural da Mesopotâmia ao Mediterrâneo”, parte de algumas tentativas de definição da adivinhação, para depois se dedicar às práticas gregas antigas da leitura de sinais interpretáveis (entre os quais predomina a observação de voo de pássaros, nos poemas homéricos, e a leitura do fígado de animais sacrificados, nos relatos do Período Clássico) e dos oráculos extáticos, inspirados pelos deuses (como o oracúlo de Delfos), considerando a adivinhação e a profecia como parte fundamental da experiência do divino em meio às incertezas inerentes ao limitado conhecimento de um mortal diante da constante necessidade de ação e decisão. Inclui algumas considerações sobre a prática profissional dos adivinhos (listado entre os δημιοεργοί, profissionais que prestam serviço à comunidade, na Odisseia, XVII, 382-5, e organizados em guildas no Período Clássico) e seus antecedentes míticos. |
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| ISSN: | 1676-3076 |