Alusão e autorreferência ovidianas em tradução: amores 3.2 na ars amatoria

A partir das reflexões de estudiosos como A. Barchiesi (2010), G. B. Conte (2010), D. Fowler (2001) e P. S. Vasconcellos (2001; 2011), que se dedicaram no campo dos Estudos Clássicos a investigações sobre intertextualidade e alusão na literatura latina, este trabalho pretende explorar alguns desdobr...

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Main Author: Duque, Guilherme Horst
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
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Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/9836
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description A partir das reflexões de estudiosos como A. Barchiesi (2010), G. B. Conte (2010), D. Fowler (2001) e P. S. Vasconcellos (2001; 2011), que se dedicaram no campo dos Estudos Clássicos a investigações sobre intertextualidade e alusão na literatura latina, este trabalho pretende explorar alguns desdobramentos desse recurso poético, isto é, o jogo alusivo, em traduções de obras que dele lançam mão, bem como certos desafios que tal recurso impõe ao tradutor. Para esse fim, pretende-se discutir um trecho da Ars Amatoria de Ovídio em que o autor alude a uma de suas próprias elegias, Amores III, 2. Meu argumento é de que a retomada da elegia dos Amores nesta passagem da Ars Amatoria cumpre o propósito de construir a persona ovidiana de praeceptor amoris, sendo, assim, de suma importância que se leve isto em consideração na tradução do poema. Na última seção do texto, discutem-se alguns desafios que uma tradução assim elaborada encontrará, e em seguida apresento minha proposta de tradução para o trecho.
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spelling ojs-article-98362019-05-03T13:10:23Z Alusão e autorreferência ovidianas em tradução: amores 3.2 na ars amatoria Duque, Guilherme Horst Ovídio. Intertextualidade. Amores. Ars Amatoria. Tradução. Intertextualidade e tradução A partir das reflexões de estudiosos como A. Barchiesi (2010), G. B. Conte (2010), D. Fowler (2001) e P. S. Vasconcellos (2001; 2011), que se dedicaram no campo dos Estudos Clássicos a investigações sobre intertextualidade e alusão na literatura latina, este trabalho pretende explorar alguns desdobramentos desse recurso poético, isto é, o jogo alusivo, em traduções de obras que dele lançam mão, bem como certos desafios que tal recurso impõe ao tradutor. Para esse fim, pretende-se discutir um trecho da Ars Amatoria de Ovídio em que o autor alude a uma de suas próprias elegias, Amores III, 2. Meu argumento é de que a retomada da elegia dos Amores nesta passagem da Ars Amatoria cumpre o propósito de construir a persona ovidiana de praeceptor amoris, sendo, assim, de suma importância que se leve isto em consideração na tradução do poema. Na última seção do texto, discutem-se alguns desafios que uma tradução assim elaborada encontrará, e em seguida apresento minha proposta de tradução para o trecho. Universidade Estadual de Campinas 2019-04-29 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion Artigo avaliado pelos Pares Não se aplica application/pdf https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/9836 PhaoS - Revista de Estudos Clássicos; Vol. 18 No. 2 (2018) PhaoS: Revista de Estudos Clássicos; Vol. 18 Núm. 2 (2018) Phaos: Revista de Estudos Clássicos; v. 18 n. 2 (2018) 2526-8058 1676-3076 por https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/9836/5185 Copyright (c) 2019 PhaoS: Revista de Estudos Clássicos
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Ovídio. Intertextualidade. Amores. Ars Amatoria. Tradução.
Intertextualidade e tradução
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